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Literatura

Saramago, via rascunho

 

Saramago é um desses autores que, gostem ou não, ergueu uma obra. Também é um caso peculiar de work in progress (bem mais lento, mas com resultados visíveis): tendo como divisor de águas o romance Levantado do Chão, deixou, pouco antes do Nobel, algumas obras-primas: Memorial do Convento, Ensaio sobre a Cegueira e o Ano da Morte de Ricardo Reis, para ficar com meus preferidos. Agora, como é comum o resgate de outras obras anteriores para autores já badalados, lança um livro de 1974, com jeito de ficção científica, e que mistura prosa e poesia: O ano de 1993. Já andam dizendo que o livro não se resolve, nem por um lado, nem pelo outro. Obra para aficionados, portanto. Saramago é assim mesmo: ame-o ou deixe-o.



Escrito por André às 11h53
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